
“Prêmio Itaú Unicef 2007. Estas ONGs provaram que, quando todos se juntam pela Educação, o Brasil inteiro ganha.”

“Dar oportunidade a crianças e adolescentes, moradoras na zona rural de se tornarem cidadãos socialmente responsáveis e solidários colocando ao alcance de todos os instrumentos necessários para a inclusão social”.

A Organização Civil "Crescer no Campo" é uma entidade não governamental, sem fins lucrativos, que nasceu da observação da vida das crianças e dos adolescentes moradoras na zona rural do município de Espírito Santo do Pinhal (SP). Iniciou suas atividades em 2003 atendendo o público infanto-juvenil da fazenda S. Pedro e enfatizando o reforço escolar. Em 2005 tornou-se uma Associação Civil legalmente constituída e mudou-se para o Bairro da Floresta que dista seis quilômetros da cidade e moldou sua missão e seus objetivos baseado na realidade da população rural.
Em 2008 abriu seu segundo núcleo no bairro de Santa Luzia que dista 7 Km da cidade.


A “Crescer no Campo” está localizada no município de Espírito Santo do Pinhal, a 200 quilômetros de São Paulo, capital. Situado nas encostas da Serra da Mantiqueira é uma região produtora de cafés de altíssima qualidade, que são exportados para o mundo inteiro.


1. Promover o desenvolvimento sócio educacional
2. Promover os valores familiares, um dos requisitos fundamentais para o crescimento da criança e do adolescente.
3. Promover a cidadania no cuidado da natureza através da educação ambiental
4. Promover o resgate da imagem e dos valores do homem rural
5. Promover a inclusão digital

O nosso público são crianças e adolescentes pertencentes às famílias de trabalhadores rurais da região de Espírito Santo do Pinhal, São Paulo.
Constatamos que nossas crianças e adolescentes não tem qualquer forma de lazer, sendo a televisão o único passatempo que possuem.
A exposição diária a veículo de comunicação provoca uma expressiva modificação nos hábitos e comportamentos, uma vez que passam a vestir-se como os jovens dos grandes centros urbanos, escutar as mesmas músicas e dançar os mesmos ritmos. A aquisição de um linguajar novo, e os estímulos ao consumo material geram nas famílias ansiedades e conflitos. Alguns pais, desinformados, não são capazes de compreender e aceitar as mudanças, que com uma enorme velocidade, atingem os jovens.
Concluindo, o público alvo escolhido pela “Crescer no Campo”, não tem lazer, não tem atividade esportiva, não tem acesso aos modernos meios de comunicação e não podem trabalhar, uma vez que o Estatuto da Criança e do Adolescente não permite que se dediquem a uma atividade remunerada. Sem muita opção, estes jovens tornam-se ociosos, o que os levam a perambular pelas estradas e plantações, ou então para frente da TV. É então, que a sociedade se defronta com dois grandes e atuais problemas: o das drogas, da contravenção e da violência.
Depoimentos de “Nossas Crianças”
“A ONG ensina muitas coisas boas, os professores dão atenção pra gente e as merendeiras fazem uma comida muito boa.”
Alessandra, 9 anos
“A ONG é muito importante porque aprendemos muitas coisas diferentes que a escola não ensina e aqui fazemos viagens e não precisamos pagar.”
Letícia Salim, 9 anos
“A ONG é chique!”
Giovana Aparecida do Prado, 9 anos
“A ONG é importante pra mim porque as professoras gostam de mim.”
Jean Felipe Silva, 10 anos
“A ONG me faz gostar de estudar.”
Leonardo Baliani Garcia, 11 anos
“A ONG é um jardim encantado.”
Eduardo Casarim Pedro, 12 anos
“A ONG é um caminho a seguir e um futuro a conseguir.”
Thaís Cristina do Prado, 13 anos
“A ONG é um dos lugares onde eu passo quase o dia inteiro.”
Luiz Henrique Correia, 13 anos
“É uma oportunidade de plantar uma semente nova para crescer num futuro melhor.”
Suellen Cristina da Costa Silva, 13 anos
“A ONG para mim mudou minha vida inteira.”
Wesley Henrique de Oliveira, 12 anos
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